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O teste 
- Emmanuel
- Francisco Cândido Xavier 

              Lutando, disseste: «não posso mais».
            - E ajudaste os que te roubam a fortaleza...
            Batido, clamaste: «reagirei».
            - E amparaste os que te induzem à violência...

            Esquecido, gemeste: «estou sozinho».
            - E ajudaste os que te bloqueiam a confiança...

            Caluniado, gritaste: «vingar-me-ei».
            - E amparaste os que te guiam à crueldade...

            Ferido, bradaste: «quero justiça».
            - E ajudaste os que te furtam a tolerância...

            * * *

            Por isso mesmo, asseveras freqüentemente:
            — Morro de angústia.
            — Enjoei de viver.
            — A fadiga me vence.
            — Tudo perdido.
            — Nada mais a fazer.
            Tentando justificar-te, recorres à filosofia
de ocasião e repetes  chavões antigos:
            — A dança obedece à música...
            — Faço como me ensinam...
            — Seja virtuoso quem puder ser...
            — Amanhã virá quem bom me fará...
            — Tarde demais...
            — Fiz tudo...
            — Depois eu faço...
            — Lavei as mãos...

            * * *

            Recorda, porém, que toda dificuldade
é teste renovador.
            Todos somos tentados na imperfeição...
            Queixa é fuga.
            Impaciência é perigo.
            Censura é auxilio ao perseguidor.
            Revolta é força que apressa o crime.
            Ataque é óleo no fogo.
            Desforço é golpe que apaga a luz.
            Desespero é chave ao ladrão.
            Maltratado, busca o bem.
            Injuriado, fala o bem.
            Contrariado, procura o bem.
            Traído, renova o bem.
            Assaltado, conserva o bem.
            A única fórmula clara e segura de vencer,
no teste contra as influências inferiores,
será sempre, o que for, com quem for e seja
onde for, esquecer o mal e fazer o bem.

            Religião dos Espíritos


Escrito por angel´s love às 01h19
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Olha você aí, Martinika!! rsssss

A IDADE DO RESTO DA NOSSA VIDA

Em certa ocasião alguém perguntou a Galileo Galilei:
 - Quantos anos tens?!


- Oito ou dez, respondeu Galileo, em evidente contradição com sua barba branca.


E logo explicou:


- Tenho, na verdade, os anos que me restam de vida , porque os já vividos não os tenho mais, como não temos mais as moedas que já gastamos.

Crescemos em sabedoria se valorizarmos o tempo como Galileo Galilei.


Dizemos espantados:  -Como passa o tempo!!.

Mas na verdade , somos nós que passamos.

O astrônomo italiano sabia que aqui estamos de passagem.

Somos peregrinos e  é bom pensar na meta que nos espera.


A certeza de que nosso caminhar terreno tem um final, é o melhor recurso  para valorizarmos mais cada minuto.


Assim podemos aproveitar o que realmente temos: o presente .

 



Escrito por angel´s love às 03h22
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CUPIDO um  dos Anjos mais conhecidos entre as lendas da humanidade  Eros o Deus do Amor ou Cupido.

Algumas vezes representado por uma criança loira com asas, outras por um belo rapaz.

Mas a sua representação maior está no seu simbolismo.

Com Eros (Amor) está ligada Psiquê (a Alma), que em sua lenda nos traz a imagem da união do amor eterno.

Psiquê era umas das três filhas de um rei, todas belíssimas e capazes de despertar tanta admiração que muitos vinham de longe apenas para vê-las.

Com tanta admiração, logo as duas irmãs de Psiquê se casaram.

Ela, no entanto, sendo ainda mais bela que as irmãs, além de extremamente graciosa, não conseguia um marido para si, pois todos temiam tamanha beleza.

Desorientados, os pais de Psiquê buscaram ajuda através dos oráculos, que os instruiu a vestirem Psiquê com as roupas destinadas a seu casamento e deixá-la no alto de um rochedo, onde um monstro horrível viria buscá-la.

 Mesmo sentindo-se tristezas pelo destino da filha, seus pais seguiram as instruções recebidas.

Assim que a deixaram no alto de uma montanha, um vento muito forte começou a soprar e a carregou pelo ares com uma delicadeza e a depositou no fundo de um vale.

Exausta, Psiquê adormeceu. Quando acordou, se viu num maravilhoso castelo de ouro e mármore.

 Maravilhada com a visão, percebeu que ali tudo era mágico com tanta beleza, as portas se abriam para ela, vozes sussurravam sobre tudo o que ela precisava saber.

Quando chegou a noite, deitada em seus aposentos, percebeu ao seu lado a presença de alguém que só poderia ser o seu esposo predestinado pelo oráculo.

Ele a advertiu de que lhe seria o melhor dos maridos, mas que elas jamais poderia vê-lo, pois isso significaria perdê-lo para sempre.

Psiquê a bela moça concordou.

E assim foram seus dias, ela tinha tudo que desejava, era feliz, muito feliz, porque seu marido lhe trazia uma sensação do mais profundo amor e lhe era extremamente carinhoso.

 Com o passar do tempo, porém, ela começou a sentir saudades de seus pais e pediu permissão ao marido para ir visitá-los.

Ele relutou, os oráculos advertiam de que esta viagem traria péssimas conseqüências, mas ela implorou, suplicou... até que ele cedeu. E da mesma forma que a havia trazido para o palácio, levou-a à casa de seus pais.

Psiquê foi recebida com muita alegria e levou muitos presentes para todos.

Mas suas irmãs ao vê-la tão bem, se encheram de inveja e começaram a crivá-la de perguntas a respeito de seu marido.

Ao saberem que até então ela nunca o tinha visto, convenceram-na de fazê-lo; evidentemente que as intenções delas eram apenas de prejudicar Psiquê, já que ela havia feito uma promessa a ele.

Ao voltar para sua casa, a curiosidade tomou conta de seu coração.

Tão logo veio a noite, ela esperou que ele adormecesse e assim acendeu uma vela para poder vê-lo.

No entanto, ao se deparar com tão linda figura, ela se perdeu em sonhos e ficou ali, embevecida, admirando-o.

E esqueceu-se da vela que tinha nas mãos.

Um pingo de cera caiu sobre o peito de Eros, seu marido oculto, fazendo-o acordar com a dor.

Sentido com a quebra da promessa da esposa, partiu, fazendo cumprir a sentença do oráculo.

 Abandonada por Eros, o Deus do Amor, sentindo-se só e infeliz, Psiquê, a Alma, passou a vagar pelo mundo sozinha com remorso .

Tanto sofreu  que deixou-se por fim entregar-se a morte, e caiu num profundo sono.

 Eros, que também sofria com sua ausência, não mais suportando ver a amada passar por tanta dor, implorou a Zeus, o deus dos deuses, que tivesse compaixão deles.

Com a permissão de Zeus, Eros tirou-a do sono eterno com uma de suas flechas e uniu-se a ela.

Um deus e uma mortal, no Monte Olimpo.

Depois deste casamento, Eros e Psiquê,  o Amor e a Alma, permaneceram juntos por toda a eternidade, construindo o amor mais lindo da historia.



Escrito por angel´s love às 02h53
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